[Guia do Intercâmbio] Como escolher o melhor curso pra mim? (Parte II)

Leia a primeira parte desse post aqui.

Depois de decidir pela Califórnia, a agência me enviou as brochuras de todas as faculdades que eles tinham contato. Todas faziam parte da University of California, e as opções mudavam só na localização: Irvine, Los Angeles, Berkeley e San Diego. Fiquei entre as três primeiras e depois de Googlar os cursos e as universidades, acabei escolhendo Irvine por ter o programa que mais se encaixava comigo e por ser o único com o curso de Webmarketing.

Claro, como em todas as faculdades do mundo, você tem que lidar com burocracias, regras que não fazem sentido e (principalmente) gente que pensa diferente de você. MAS não me arrependo em nada do curso que escolhi. Os professores eram ótimos, o campus incrível e a UCI tem uma coisa que nunca vi nas faculdades do Brasil: gente educada e feliz por trabalhar lá. As pessoas respondem seus e-mails, te ligam, estão disponíveis para conversar e no final de todo curso ou atividade, rola um questionário sobre o que você achou. Só assim eles podem avaliar os professores, o atendimento e tudo mais. Sobre aprendizado, não preciso nem comentar. Aprendi em 12 semanas mais do que imaginava que seria possível.

E Irvine tem uma coisa bem engraçada: muitos asiáticos. Não sei o que acontece, se o governo desses países tem algum convênio com a faculdade ou se eles vão juntos mesmo. Na minha sala, por exemplo, tínhamos 17 alunos. Dez eram do Japão e três do Taiwan. Apenas dois brasileiros, um chileno e uma russa. E as diferenças culturais são bem grandes! No começo é bem difícil se acostumar com as pessoas falando em chinês ou japonês perto de você. Me sentia na Liberdade, aquele bairro de São Paulo, o tempo todo. Mas depois de algumas semanas você nem liga mais, haha. É indescritível o quanto aprendi sobre a cultura e o povo asiático e como trabalhar e entender as pessoas que são (bem) diferentes de mim.

Nada disso encontrei nas minhas pesquisas na internet e foi um choque no começo. Achava que ia conhecer muitos americanos e só. No final, os únicos americanos que conheci foram meus professores (um deles até casado com uma brasileira!), haha.

foto

Eu e uma parte da sala, na nossa formatura

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