5 coisas que mudaram em mim depois do intercâmbio

Alimentação

No meu primeiro mês nos Estados Unidos passei muito, muito, mal. A comida e principalmente o leite eram muito gordurosos e tive que adaptar um tanto o que cozinhava em casa e comia na rua. Por sorte, os mercados mais próximos da minha casa vendiam muita coisa orgânica e acabei me acostumando. Quando voltei para o Brasil, comecei a procurar alternativas mais saudáveis para tudo e, hoje, sinto muuuita falta de ir a feira de orgânicos no sábado.

Organização

Primeiro ponto: nunca fui organizada e sempre me encontrei no “caos criativo”. Mas, depois de morar no meio da bagunça dos outros, passei a dar muita importância a ter minhas coisas arrumadas e, principalmente, ter um lugar gostoso para descansar. Hoje, quando meu quarto começa a ficar muito “cheio”, me sinto incomodada e TENHO que dar uma organizada. Muito disso também vem do meu vício Pinterest, que dá vontade de reformar a casa toda!

Problemas

Tem uma coisa que acho engraçada… A maioria das pessoas que fala comigo sobre morar fora, sempre diz que vai se “livrar dos problemas” indo embora do Brasil. Trago más notícias: os problemas não vão embora, eles só mudam de lugar. E, às vezes (digo, quase sempre, haha), o problema é a gente – e não o lugar onde estamos.

Política

Não dizem que de fora do furacão é mais fácil enxergar? Pois bem. Não vou expressar minha opinião política aqui. Mas o que tenho a dizer é que minha visão política mudou – e muito. Acho que uma das maiores coisas que aprendi foi que os “problemas do Brasil” não são só do Brasil. E o Brasil não é o pior lugar do mundo para se viver.

Tudo é relativo

Era minha segunda vez na neve e primeira vez em Nova Iorque. Era umas 8h da manhã, o céu estava bem azul e a neve – mais ou menos – branquinha. O farol – dos carros – estava fechado e fui atravessar. Ouvi a maior buzinada de um dos carros. No banco do motorista, o maior estereótipo de uma nova iorquina. Dei risada e pensei: como alguém pode ser mal humorado aqui? Em seguida, lembrei: moro em São Paulo e a motorista, muitas vezes, sou eu. Hoje sou bem diferente no trânsito. Continuo me irritando, mas tento não ser como a motorista do Central Park.

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