Mas e se chover?

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Era agosto de 2014 e eu já tinha tudo pronto: um board secreto no Pinterest com dicas locais, frases mínimas em francês, uma mala organizada mentalmente, uma planilha no Excel com datas e ideias e um mapa no GMaps com todos trajetos para os 12 dias em que iria passar em Paris. Em abril/2015, tatuei je ne regrette rien na costela esquerda, ao lado do coração. Piaf me aguardava.

Um ano se passou e, da calorosa Barcelona, eu pegava o trem rumo a Paris. Foram oito horas e um Dramin ali dentro até que acordei na penúltima estação, Nîmes. Observava paisagem e céu: cada vez mais escuro.

Choveu.

Como chove em São Paulo em janeiro. Como chove naquele único final de semana de folga no ano em que você decide ir a praia. Como chove todo Finados.

Se chover, fodeu choveu.  Quase sempre je ne regrette rien.

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