5 minutos: Risoto de bacon

Meu pai diz que eu não sei cozinhar nada que não tenha bacon. Mas quer coisa mais gostosa que bacon? Pra mim não existe. Esse “risoto” eu inventei um dia que não tinha muitas opções na geladeira e estava com vontade de comer alguma coisa gorda. Às vezes eu faço de acompanhamento para churrasco ou sozinho, o que importa é que é super rápido e faz o maior sucesso :)

Risoto de bacon

Ingredientes:

300 ml de água misturada com um saquinho de Sazon (eu gosto de de legumes, particularmente, mas sinta-se livre para inovar) – ou caldo de legumes, que é bem mais saudável

1 xícara de arroz para risoto (mas eu já fiz com arroz branco comum e ficou delícia)

200g de bacon

Meia cebola cortada em pedaços médios

1 colher de sopa de manteiga

Modo de preparo:

Ferva a água e misture com o Sazon. Reserve. Coloque a manteiga para derreter em uma panela e, quando estiver quente, jogue o bacon (esse é o segredo para o bacon ficar macio e crocante). Mexa a panela em movimentos circulares quando o bacon precisar ser mexido (esse é o outro segredo, hahaha). Quando o bacon estiver quase no ponto, jogue a cebola e deixe fritar até que ela fique transparente. Jogue o arroz por e mexa com uma colher para que tudo se misture. Espere o arroz dar uma “fritadinha” no óleo do bacon e na manteiga e, então, jogue a água reservada. Finaliza de maneira como você faz arroz normalmente.

risoto de bacon

Ficou tão bom que não deu tempo de tirar foto… 

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Pizza sem gluten, sem lactose e deliciosa!

Há um tempo atrás, vi em um blog uma receita de massa de pizza de couve-flor e tive que testar. A receita inicial era com uma couve-flor e, como não sabia se ia dar certo, não arrisquei fazer mais. Mas ficou tão boa que, mesmo brotinho, não sobrou nada!

pizza de couve flor shimeji cogumelos vegan vegetariana receita

Escolhi dois recheios: muçarela, abobrinha, tomate e cebola e,  o melhor de todos: muçarela, shimeji, tomate e cebola. Mas também já fiz com muçarela, abobrinha e Polenghinho, que fica irresistível.

A receita, tanto da massa quanto do recheio, é bem simples e pode ser feita em qualquer forno – mas fica mais saborosa no forno de pizza.

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#BoicotaSP e a Palmirinha que existe em mim

Euzinha e a fofíssima Palmirinha, num evento em 2012 ~euzinha e a fofíssima Palmirinha – tremidas -, em 2012

Eu adoro comer. Acho que gosto mais de comer do que até dormir. O problema é que eu moro em São Paulo e, como sabemos, é a terra com a comida mais cara do mundo (ou uma das).

Já fiquei 40 minutos em pé, na fila da pipoca (de R$ 12 o saquinho) com provolone do Parque Villa Lobos, já encontrei fila de espera 150 pessoas na Feirinha Gastronômica da Vila Madalena, já fui mal atendida em restaurantes rycos e famo$os. Mas também já me apaixonei por PF’s, comida de padaria e (principalmente) de trailler. Tudo em nome do meu amor eterno, amor verdadeiro: a comida.

Mas o problema é que não sou it girl e, depois de trabalhar a semana toda, quando chega o final de semana, apenas não tenho paciência para:

  • dirigir;
  • enfrentar trânsito, farol, gente mal educada;
  • fila de espera;
  • garçom de mal humor;
  • comida marromeno e preço alto.

A solução para o meu Boicota SP (quase sempre) é cozinhar. E tenho evoluído na arte da culinária ogra a cada final de semana. No último, meu desejo de comida aperitivos mexicanos me levou a aprender duas receitas facílimas: creme azedo (ou sour cream) e guacamole. Pega o moleskine bloquinho de notas e vem comigo!

guacamole creme azedo receita

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